terça-feira, novembro 15, 2005

L. A. C. - Liga Anti-Cavalo (Parte I)

O meu contacto com os cavalos do Colégio começou no 2º ano, quando recebi umas aulas de volteio como
"prémio" pelos bons resultados literários.

Tal como em relação a qualquer outro prémio que ganhei no Colégio, também neste ninguém me perguntou se o queria receber, e por isso lá fui montar os "bichos". Não foi propriamente uma experiência muito positiva, mas também não foi traumatizante.

No 3º ano, certamente acometido por um acesso de loucura (é o ano de que guardo menos recordações), participei no "despeneiranço" da escolta. Não fui seleccionado, nem fiquei traumatizado.

Entretanto fui crescendo, e "passando pelos intervalos". Até ao 4º ano, só o 5º, 6º e 7º tinham equitação. No 5º ano, passou a haver equitação do 2º ao 4º, e para o 6º e 7º. Só no 6º ano é que me voltei a encontrar com os meus "velhos amigos".

Como era um dos mais altos da turma, era um dos últimos a entrar no picadeiro e a escolher os cavalos, e percebi como nunca o significado da expressão "venha o Diabo e escolha". Um não se deixava montar, outro não "fazia os cantos", outro não andava a galope, outro tentava a todo o transe fazer-me cair, etc. Para ajudar à festa, os meus "amigos" da escolta "praxavam" os menos aptos para o ofício, emitindo todo o tipo de sons provocatórios para enervar os animais (os de baixo, porque os de cima já estavam suficientemente nervosos).

De experiência em experiência, fui ganhando alguma aversão... sendo mais correcto, fui ganhando medo..., ok, ganhei pânico de cavalos.

Cavalo, só mesmo no prato.

Continua em L. A. C. - Liga Anti-Cavalo (Parte II).

segunda-feira, novembro 14, 2005

O "Potente" (403/77) em Grande Estilo


O nosso "Potente" (403/77, também conhecido por "Nhordo") continua em grande estilo e foi nomeado Chefe de Divisão da Câmara Municipal de Oeiras, de acordo com o jornal "Oeiras Actual" (publicação da CMO).

Depois de ser um "pilar" da nossa equipa de Rugby, é agora um "pilar" da Promoção da Habitação.

Alguém precisa de casa?

A Última Aula do "Bata"

Decorreu no passado dia 2005/06/21 a última aula da carreira do "Bata".

Como não podia deixar de ser, o nosso curso fez-se representar. Afinal de contas, estivemos presentes na "estreia" do "Bata" no Colégio, pelo que tínhamos que estar presentes na sua despedida.

Feita a apresentação ("somos do curso do Tribolet!"), tivemos a oportunidade de "boicotar" a aula, já que o "Bata" começou a contar histórias do passado e dar recomendações aos alunos, que o escutavam com ar de "seca".

Ao contrário do que esperávamos, os “putos” não têm com o “Bata” uma relação minimamente parecida com a que nós tivemos. “O ano passado abusámos e houve umas chatices…”, disse-nos um deles. Pois é, o “Bata” não é a pessoa certa para se abusar…

De acordo com o “Bata”, a qualidade dos alunos é, em média, bastante inferior à dos “nossos tempos”, apesar de haver um “puto” que teve 20,3 num dos testes (o teste tinha uma pergunta adicional que valia 1 valor). Essa menor qualidade, a falta de empenho por parte dos alunos e a inexistência de uma ligação emocional forte ao curso foram alguns dos motivos que levaram o “Bata” a “abandoná-los” no 7º ano, não os levando até ao fim.

Disse-nos que, apesar de se ir reformar, possivelmente vai continuar a dar algumas aulas (fora do Colégio), para não “enferrujar”.