sexta-feira, julho 21, 2006
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domingo, julho 09, 2006
quinta-feira, julho 06, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
Resumo de Maio e Junho de 2006
Este "post" faz o resumo da actividade do "blog" em Maio e Junho de 2006.
Neste período o "blog" atingiu a marca dos 100 "posts", e passou a contar com uma nova forma de mostrar os comentários. O objectivo desta alteração é tornar os comentários mais "dinâmicos", proporcionando maiores trocas de opiniões (mas o resultado até agora tem ficado claramente aquém das expectativas).
No tema Histórias do Meu Tempo de Colégio, há a destacar a série O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas, uma "investigação" a uma "curiosidade colegial". Foi também publicada a série O Homem Que Quase Bateu o "Record" da Pista de Combate e iniciada a série A "Guerra das Turmas".
No tema Memórias do Baú, para além das habituais Requisições e Redacções, há a destacar as memórias sobre a "Mocada" e as "Almofadadas" e Outros "Granéis".
Durante os meses de Verão o "blog" estará em "Serviços Mínimos", ao abrigo dos quais está a ser publicada a série "3 de Março" - 2003.
Se preferirem, podem iniciar a exploração pela página inicial.
Agradeço comentários/sugestões.
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sexta-feira, junho 30, 2006
O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte IV)
Continuação de O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte III).
Curiosidade nº 3
Pergunta: Quantas medalhas "destas" era possível ganhar?
Resposta: Duas.
Na reforma de 1950, foi criada a "Medalha de Mérito", com o objectivo de distinguir os "totalistas": quem chegava ao fim do 5º ano e tinha conquistado todas as medalhas possíveis, ganhava a "Medalha de Mérito de Prata"; quem chegava ao fim do 7º ano e tinha conquistado todas as medalhas possíveis, ganhava a "Medalha de Mérito de Ouro".
O Caetano chegou ao fim do 5º ano conquistando todas as medalhas possíveis, tendo ganho a "Medalha de Mérito de Prata".
No ano lectivo seguinte, as medalhas foram revistas. A "Medalha de Mérito" deu lugar à "Medalha do Fundador do Colégio Militar", cuja atribuição era subjectiva, baseada no perfil do aluno e não no número de medalhas conquistadas. Esta nova medalha passou a ser atribuída nos dois últimos anos do curso, ou seja, no 6º e no 7º.
O Caetano chegou ao fim do 6º ano e foi-lhe atribuída esta nova medalha.
No ano lectivo seguinte, foi criado o 8º ano. Os dois últimos anos a que se referia a nova medalha passaram, assim, a ser o 7º e o 8º. O Caetano conquistou, então, a "Medalha do Fundador do Colégio Militar" por mais duas vezes.
Assim se explica que o Caetano tenha quatro medalhas de "Mérito/Fundador do Colégio Militar", quando o máximo em cada ano foi sempre de duas, compreendendo-se também como é que ganhou 17 medalhas (e podia ter ganho 18), quando o máximo teórico era de 16. É, assim, o aluno com maior percentagem de medalhas conquistadas face ao máximo teórico para a sua época (106,25%).
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quarta-feira, junho 28, 2006
terça-feira, junho 27, 2006
domingo, junho 25, 2006
"Serviços Mínimos"
Chegou o Verão - tempo de férias!
O "blog" não vai já de férias, mas é tempo de "levantar o pé do pedal", após sete meses e meio em que fui arranjando tempo para escrever quase 4 "posts" por semana. Isto justifica-se, quanto mais não seja, porque já se vê o fundo do "baú": ao contrário do que foi afirmado em alguns comentários, eu guardei poucas coisas, se bem que algumas delas sejam pouco vulgares.
Durante os meses de Verão o "blog" vai estar em modo de "serviços mínimos", publicando fotografias mais recentes, sem grandes comentários.
Irão ser terminadas proximamente as séries que estão pendentes: O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas e A "Guerra das Turmas".
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sexta-feira, junho 23, 2006
A "Cama à Espanhola"
A "Cama à Espanhola" foi responsável pelo meu primeiro "trauma" no Colégio.
Na minha primeira noite no Colégio, cheguei à camarata ainda com a lágrima ao canto do olho por causa da despedida dos meus pais, e descobri que alguém tinha mexido na minha cama e a tinha colocado numa configuração estranha que mais tarde fiquei a saber que se designava por "Cama à Espanhola".
Percebi também mais tarde que quem quer que tenha feito o "serviço" não percebia nada do assunto, porque me tirou um dos lençóis, que só apareceu ao fim de alguns dias.
Dediquei-me então a investigar técnicas de fazer a "Cama à Espanhola" que fossem rápidas de executar (aproveitando apenas uma brevíssima ausência do "proprietário" da cama) e que não prejudicassem desnecessariamente o "destinatário".
Apresento de seguida a tecnica mais rápida (tempo inferior a um minuto).
Uma "Cama à Espanhola" "em 3 Tempos"
1 - Rodar o colchão.
2 - Puxar os cobertores ligeiramente para baixo, colocando a parte de cima ao nível em que estava originalmente.
3 - Dobrar o lençol para cima sensivelmente a meio e fazer a dobra característica do lençol de cima (com o mesmo tamanho da dobra original).
Nota: Para não levantar suspeitas, é necessário deixar a cama com o mesmo ar desarrumado com que estava originalmente.
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quarta-feira, junho 21, 2006
Memória do Baú LVIII - As Redacções
Aqui está o exemplo de um jovem que parece mais preocupado com factos do que com teorias.
Vê-se já aqui, pela forma como descreve objectiva e desapaixonadamente o "recheio" da companhia, uma amostra das características que iriam determinar a escolha da sua actividade profissional(*)... ;-)
Autor: 256/84.
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(*) Sector Segurador.
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segunda-feira, junho 19, 2006
Memórias do Baú LVII - "Almofadadas" e Outros "Granéis"

A fotografia "analógica" tem destes problemas: estamos nós convencidos de que capturámos o momento "para a posteridade", mas na realidade "falhámos a pontaria"...
Este momento mostra a entrada em campo de um elemento não identificado que veio lançar a confusão num jogo até aí muito organizado... ;-)
Não se consegue perceber por qual das equipas é que este elemento jogava, mas provavelmente seria por... nenhuma delas.
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sexta-feira, junho 16, 2006
A "Guerra das Turmas" (Parte I)
Em 1977/78, o primeiro ano tinha 72 alunos, divididos por 3 turmas.
A Turma A tinha os alunos que tinham escolhido Francês (22), e os restantes estavam divididos de igual forma pelas Turmas B e C (25 em cada Turma).
A distribuição dos alunos entre as Turmas B e C foi feita de forma administrativa, ou seja, a metade com os números mais baixos ficou na Turma B, e a metade com os números mais altos ficou na Turma C.
De uma divisão utilizando estes critérios simples esperar-se-ia alguma homogeneidade no comportamento e no aproveitamento escolar. Nada mais errado!
O comportamento da Turma B era, em média, bastante melhor do que o da Turma C, o mesmo se podendo dizer do aproveitamento escolar. Era como se a divisão entre as turmas de Inglês tivesse sido feita de forma propositada, deixando os "marrões" de um lado e os "baldas" do outro. A turma A tinha um comportamento na média, mas um aproveitamento inferior à média.
Na Turma B havia competição em cada aula e em cada teste. O ambiente da entrega de cada teste era o de um filme de "suspense", em que a "audiência" aguardava de forma expectante para saber qual dos "suspeitos do costume" tinha a melhor nota, ou se havia algum "outsider" a intrometer-se na "luta". Já nas outras turmas reinava a descontracção ou, no caso da Turma C, até algum "orgulho" em ser mediano: havia alunos para os quais uma nota boa seria uma "nódoa" no seu "curriculum"... ;-)
Continua em A "Guerra das Turmas" (Parte II).
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quarta-feira, junho 14, 2006
Memórias do Baú LVI - As Redacções
Um tema recorrente, a mesma "ignorância Bíblica" (como diria o Semita)... ;-)

Autor: 38/84.
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terça-feira, junho 13, 2006
Os Comentários
O modelo usado pelo "Blogger" (serviço onde está "alojado" este "blog") para gerir os comentários é bastante "primitivo", uma vez que (1) obriga cada pessoa a voltar frequentemente a um "post" para perceber se houve comentários aos seus comentários , e (2) não informa os visitantes sobre comentários feitos por visitantes "atrasados" a "posts" publicados há muito tempo.
Foi assim que o "mundo" ficou alheio aos comentários do Fózi (401/77), que, por terem sido escritos alguns meses depois de publicados os respectivos "posts", não foram lidos senão por mim...
Depois de muita "investigação", acabei por arranjar uma solução que, embora necessite de algumas "marteladas", permite que os comentários apareçam num "blog" complementar, onde poderão ser consultados por ordem inversa da chegada, ou seja, com os mais recentes em primeiro lugar. A partir de cada comentário é possível aceder ao "post" a que este diz respeito.
Desta forma, qualquer comentário que o Fózi faça a um "post" de Novembro de 2005 poderá ser lido (e respondido) por todos os visitantes.
Para acederem aos comentários, poderão utilizar o "link" na barra ao lado, ou então clicar aqui.
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segunda-feira, junho 12, 2006
Memórias do Baú LV - "Almofadadas" e Outros "Granéis"

Bola ao ar para o início de uma nova jogada...
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sexta-feira, junho 09, 2006
O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte III)
Continuação de O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte II).
Curiosidade nº 2
Pergunta: Onde está a medalha de Aplicação Literária do 8º ano?
Resposta: Não está.
O que fazer quando os factos colidem com a lógica?
Factos: (1) A medalha não está na fotografia, e não me parece que este fosse o tipo de aluno de "esquecê-la em casa"... ;-) (2) A listagem de medalhas da "História do Colégio Militar" também não tem referência a esta medalha ter sido conquistada pelo Caetano.
Lógica: Um aluno que, na vertente de Aplicação Literária, ganhou a medalha de Prata no 1º ano para "aquecer os motores", e depois ganhou seis medalhas de Ouro seguidas, chega ao último ano e não ganha sequer a medalha de Prata? Se a isso acrescentarmos o facto de ser Comandante de Batalhão, de ter ganho todas as medalhas anteriores e, devido a estes factos, ter certamente toda a gente a "puxar" por ele (como se precisasse...), toda a lógica aponta para um resultado inevitável, e no entanto...
Será que o Caetano se "desleixou" no último ano? Ou será que a "armadilha" montada uns anos antes acabou por "apanhar" quem a Direcção menos gostaria que fosse apanhado? Estava toda a gente distraída?
A ser verdade - e eu persisto no alinhamento pela lógica - foi uma injustiça e uma vergonha que o Colégio tratasse desta forma um dos seus melhores alunos.
Continua em O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte IV).
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quarta-feira, junho 07, 2006
Memórias do Baú LIV - As Redacções

Autor: 250/84.
Mais um depoimento que confirma a capacidade do "Fru-fru" deixar "impressões duradouras"... ;-)
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segunda-feira, junho 05, 2006
Memórias do Baú LIII - Os "Ratas" - O Covas

Os graduados, mesmo que procurem tratar da mesma forma todos os camaradas que enquadram, acabam por ter relações mais privilegiadas com um conjunto restrito, em função da "proximidade geográfica" na camarata, da mesa do refeitório, da semelhança de feitios, etc.
Alguns graduados (espero não ter sido um deles...) exageram, e formam verdadeiras "castas" entre os camaradas mais novos, tratando um conjunto de "privilegiados" de uma forma radicalmente diferente (nem sempre melhor...) do que os restantes.
O Covas era um "puto" em relação ao qual eu sentia algumas semelhanças em termos de feitio, pelo menos em termos do feitio que eu achava que tinha com a idade dele. Nessa idade, eu mantinha uma “saudável” distância em relação aos graduados, o que ele fez comigo, nunca me dando grande “confiança”... ;-)
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sexta-feira, junho 02, 2006
O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte II)
Continuação de O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte I).
Curiosidade nº 1
Pergunta: De que ano é esta medalha?
Resposta: 8º.
As medalhas conquistadas num determinado ano lectivo só se recebem no início do ano lectivo seguinte, na cerimónia de Abertura Solene. Sendo assim, as medalhas do 8º ano recebem-se já depois de se ter sido abatido ao Batalhão Colegial, ou seja, já "à civil".
Não é, portanto, possível tirar uma fotografia enquanto aluno e com medalhas do 8º ano.
Não sei se é tradição fazer isto com os Comandantes de Batalhão, na sua fotografia para a respectiva galeria; em todo o caso, compreender-se-ia se esta situação fosse uma excepção para um aluno excepcional, para deixar uma imagem que "esmagasse" o observador com o número de medalhas... o que tornaria ainda mais curiosa (e incompreensível) a próxima curiosidade.
Continua em O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte III).
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quarta-feira, maio 31, 2006
Memórias do Baú LII - Os "Ratas" - O "Lamego"
O "Lamego" era um "rata"... diferente.
Era da "província" (Lamego), numa altura em que a diferença cultural era muito mais forte do que é hoje. Tinha uma voz alta e aguda, e falava sem parar (até nos enervar...), usando a 2ª pessoa do plural tal como vem na gramática: "Pensasteis que eu escondia a 'bolama' ai?".
Rapidamente houve quem, fazendo um "jogo de palavras" com a sua terra de origem, lhe colocasse a alcunha de "labrego", que foi prontamente desencorajada pelos graduados, por nos parecer tão... real.
O "Lamego", com o seu comportamento "espalhafatoso" e às vezes enervante, apenas procurava o "tempo de antena" que não tinha em casa, por ser um dos alunos que só ia a casa nas férias. Não consigo sequer imaginar o que isto significa para um miúdo de 10 anos...
Talvez por nunca ter o "stress" de limpar os botões para sair ao Sábado, o "Lamego" começou a voluntariar-se para limpar os meus, tendo posteriormente (sempre em regime de voluntariado) alargado a sua responsabilidade a todo o meu fardamento.
No "3 de Março", veio a recompensa: uma espada colocada à sua exclusiva responsabilidade!...
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segunda-feira, maio 29, 2006
Memórias do Baú LI - "Almofadadas" e Outros "Granéis"

No fim de cada período escolar havia um conjunto de actividades que visavam descontrair os alunos, após alguns meses de esforço escolar e de disciplina militar.
Para além das tradicionais "almofadadas", outra das actividades desenvolvidas eram os jogos de "brutebol", espécie de rugby só com formações (des)ordenadas, em que o objectivo era fazer chegar a bola ao "alvo" do adversário (no ginásio era um colchão, no geral da Companhia eram as balizas feitas com os caixotes do lixo) por todos os meios possíveis e imaginários.
O número de elementos de cada equipa dependia dos camaradas disponíveis - quantos mais, melhor - e a "ciência" para "sobreviver" ao jogo passava essencialmente por empurrar o portador da bola (ou a zona onde se suponha que este estaria) sem se deixar envolver numa "molhada" e ser pisado e/ou esmagado por dezenas de camaradas.
Como desafio, fica a sugestão aos leitores de tentarem descobrir onde é que está a bola... ;-)
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sexta-feira, maio 26, 2006
O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte I)
Continuação de O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Introdução).
Dos Comandantes de Batalhão que tive, o 641/74 (Alves Caetano) é aquele de quem guardo a imagem mais positiva.
Era um aluno excepcional, quer na componente literária, quer na militar e física, e a "atestá-lo" tinha uma "molhada" de medalhas, em número muito superior ao que o nosso cérebro é capaz de contar com um olhar.
Quando vi a fotografia anexa na "História do Colégio Militar", que o classifica como "o até hoje mais medalhado dos Colegiais", resolvi contá-las.
17. 17! Dezassete? Mas o número máximo de medalhas que era possível alguém ganhar era de 16 - ou, pelo menos, era essa a ideia que eu tinha.
Analisando a fotografia em detalhe, descobri 3 curiosidades, que vou partilhar com os leitores.
Continua em O Aluno com Maior Percentagem de Medalhas Conquistadas (Parte II).
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quarta-feira, maio 24, 2006
Memórias do Baú L - As Redacções

Autor: 114/84.
Mais um momento cultural!
Neste caso, temos a (até agora desconhecida) história de "Lourence" da Arábia.
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